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	<title>Saúde Pará</title>
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	<description>O seu guia de saúde e bem-estar</description>
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		<title>Rinite alérgica</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 02:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ccs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA MAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[1- O que é rinite alérgica? O nariz é um dos componentes das vias respiratórias. Na verdade, é o primeiro local por onde o ar passa até alcançar os pulmões. Dentre outras atribuições, ele é responsável pela limpeza, umidificação e aquecimento do ar inspirado. Para exercer essa função corretamente, o nariz possui um complexo mecanismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1-	O que é rinite alérgica?<br />
O nariz é um dos componentes das vias respiratórias. Na verdade, é o primeiro local por onde o ar passa até alcançar os pulmões. Dentre outras atribuições, ele é responsável pela limpeza, umidificação e aquecimento do ar inspirado.</p>
<p>Para exercer essa função corretamente, o nariz possui um complexo mecanismo de defesa. Por isso, ao entrar em contato com alguma substância tóxica, desencadeia uma resposta para impedir que essa substância alcance os pulmões. O surgimento da obstrução nasal provoca o bloqueio da passagem do agente agressor e, através dos espirros e coriza, a remoção dessa substância. Essa reação é normal e todas as pessoas, ao entrarem em contato com algumas substâncias tóxicas, apresentam tais sintomas. Por isso, quando fica gripada, a pessoa apresenta obstrução nasal, espirros e coriza, pois seu organismo está tentando protegê-la, impedindo que os vírus alcancem seus pulmões através do ar.</p>
<p>Alergia, na realidade, não significa falta de defesa do organismo. Ao contrário, indica uma defesa exagerada contra agentes que não são potencialmente agressivos ao ser humano. Ou seja, uma pessoa alérgica é hiperreativa a determinadas substâncias que numa pessoa normal não despertam nenhuma resposta.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6412rinite1.jpg" alt="" title="6412rinite1" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-1816" />O sistema imunológico das pessoas alérgicas, por características genéticas, interpreta que determinada substância é tóxica, e que precisa proteger o organismo contra sua entrada. Por essa razão, algumas pessoas convivem normalmente com fatores que causam a alergia, como a poeira de casa, sem ter sintomas, ao passo que outras pessoas, ao entrarem em contato com essa mesma poeira, podem ter rinite e asma.</p>
<p>O paciente alérgico não nasce hiperreativo (com alergia), mas sim com a capacidade de sensibilizar-se a determinado fator. Tornar-se sensível significa passar a ter uma resposta de defesa a uma substância que antes era tolerada. Isso significa que podemos conviver com determinada substância por muitos anos, e vir a desenvolver sintomas apenas tardiamente.</p>
<p>Essa característica é herdada dos pais. Quando um homem e uma mulher alérgicos tem um filho, a probabilidade dessa criança ser alérgica é de cerca de 50%. No entanto, mesmo que nenhum dos pais apresente alergia, a criança ainda assim pode ter manifestações alérgicas, como rinite, conjuntivite, asma e alguns tipos de alergia de pele. A forma mais comum, porém, é a rinite. Cerca de 10% a 25% das pessoas sofrem de rinite alérgica.</p>
<p>2- Quais os sintomas da rinite alérgica?<br />
Os sintomas que os pacientes portadores de rinite alérgica apresentam são obstrução nasal (entupimento), coriza, espirros (algumas vezes o paciente espirra mais 20 vezes seguidas) e coceira no nariz. Essa coceira pode ser na garganta ou nos olhos.</p>
<p>Todos os doentes apresentam tais sintomas minutos após o contato com o alérgeno, e cerca de metade deles terão novamente sintomas cerca de 4 a 6 horas depois.</p>
<p><div id="attachment_1817" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6412acaro1.jpg" alt="" title="6412acaro1" width="300" height="298" class="size-full wp-image-1817" /><p class="wp-caption-text">Ácaro</p></div>3- Quais as causas da rinite alérgica?<br />
Poeira, pólen e alguns alimentos são substâncias que podem causar alergia. Aqui no Brasil a poeira domiciliar é o fator de risco mais importante. Ela é constituída por descamação da pele humana e de animais, por restos de pelos de cães e gatos, restos de barata e outros insetos, fungos, bactérias e por ácaros, organismos microscópicos da família dos aracnídeos.</p>
<p>Existem vários tipos de ácaros. Entre todos, o que mais frequentemente está relacionado com a alergia é o Dermatophagoides ssp., nome que significa “aquele que se alimenta de pele”, visto que uma de suas fontes de alimentos é a descamação da pele.</p>
<p>No colchão de nossas camas e nos móveis estofados de nossas casas, podem acumular-se muitos fragmentos de descamação de pele. Exatamente por essa razão, nesses locais, é grande a quantidade de ácaros, aracnídeos que vivem nas camadas profundas dos tecidos, abraçados as fibras. Ácaros não são capazes de viver sobre uma superfície lisa, por exemplo, em paredes.</p>
<p>Em São Paulo e outras regiões do Brasil, onde não há clara definição das quatro estações do ano, a forma de rinite alérgica que predomina é causada por ácaros, e as pessoas alérgicas, em geral, apresentam sintomas durante o ano inteiro. Já em outras regiões (como no sul do País), na primavera, quando ocorre a polinização das flores, é comum surgir um tipo de rinite alérgica chamada, nos países do hemisfério norte, de febre do feno.</p>
<p>Apesar do nome, os pacientes não apresentam febre e tampouco o feno é responsável pelos sintomas. Na verdade, são os fungos que proliferam nos maços de feno as substâncias que desencadeiam os sintomas.</p>
<p>4- Como tratar rinite alérgica?<br />
O tratamento dos pacientes portadores de rinite alérgica é composto por três pontos fundamentais:<br />
a) Higiene ambiental;<br />
b) Tratamento medicamentoso;<br />
c) Vacinas antialérgicas.</p>
<p>a) Higiene ambiental<br />
A forma mais simples de tratar alergia é evitar o contato com a substância que desencadeia os sintomas. Por exemplo, se o paciente apresenta obstrução nasal, coriza e espirros quando ingere determinado alimento, o mais fácil a fazer é deixar de comê-lo.</p>
<p>O problema é que não é tão fácil evitar o contato com o ácaro, a principal causa de rinite alérgica. No entanto, algumas medidas simples podem ser adotadas para diminuir a proliferação desses insetos.</p>
<p>A casa e principalmente o quarto onde o doente dorme devem ser limpos com bastante frequência. Infelizmente, vassoura e espanador de pó apenas espalham o pó pelo ambiente. Os aspiradores são capazes de reter alguma sujeira, porém normalmente seu filtro não é desenvolvido para limpar o ar por completo. Infelizmente, muitas vezes, o que ele faz é uma pulverização da poeira no ambiente. Aspiradores com filtros especiais e de alta eficiência existem, mas têm custo elevado.</p>
<p>O ideal é que não existam carpetes, cortinas, tapetes, bichos de pelúcia, almofadas, móveis e outros e utensílios que possam acumular poeira nos ambientes em que os portadores de rinite vivem. Nesse caso, o uso de pano úmido na limpeza é uma forma bastante eficaz para remover a poeira.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6412rinite2.jpg" alt="" title="6412rinite2" width="500" height="295" class="aligncenter size-full wp-image-1821" /></p>
<p>Deve-se também evitar o uso e contato com travesseiros e almofadas de penas. A utilização de capas protegendo os colchões e travesseiros, assim como de substâncias para eliminar os ácaros do ambiente apresentam eficácia quando aplicados corretamente.</p>
<p>Outro ponto importante a considerar é a existência de boa ventilação na casa e no quarto. Em ambientes ensolarados, é mais difícil o bolor (fungo) se desenvolver.</p>
<p>Outra medida fundamental é evitar o contato com substâncias capazes de irritar o nariz. Perfumes, produtos de limpeza, produtos para deixar os ambientes com odor agradável, fumaça de cigarro, tintas, inseticidas e poluição, são alguns exemplos de substâncias capazes de irritar o nariz, e desencadear sintomas. Outros fatores inespecíficos como as mudanças bruscas de temperatura, frio e umidade do ar são igualmente prejudiciais aos doentes com rinite alérgica.</p>
<p>b) Tratamento medicamentoso<br />
A critério médico, se essas medidas não forem suficientes para controlar os sintomas do paciente, poderemos recorer à indicação de medicamentos.</p>
<p>Existem dois grandes grupos de drogas que podem ser usadas. Um tipo funciona preventivamente e outro apenas alivia os sintomas.Do ponto de vista farmacológico, dispomos de descongestionantes, anti-histamínicos, estabilizadores de membranas, e corticosteroides.</p>
<p>Cada uma dessas drogas atua de forma diferente, e nenhuma é isenta de efeitos colaterais que, algumas vezes, podem ser graves. Por isso, o ideal, é não realizar automedicação e procurar seu médico.</p>
<p>c) Vacinas antialérgicas<br />
Quando o tratamento feito nestas condições (higiene ambiental e medicamentos) falha, pode-se associar o uso de vacinas antialérgicas. Esse tratamento é longo, porém, quando feito corretamente, diminuí a sensibilidade do doente àquela substância ao qual era alérgico. Muitas vezes, chegamos ao ponto em que não há mais necessidade do uso de medicamentos.</p>
<p>Alérgenos<br />
A rinite alérgica pode causar outros problemas, como otites (inflamação dos ouvidos), sinusites (inflamação de cavidades existentes na face) e roncos (pelo entupimento do nariz) que interferem na qualidade de sono do paciente. No entanto, ele só vai apresentar esses sintomas, quando estiver em contato com as substâncias aos quais é alérgico. Essas substâncias recebem o nome de alérgenos. Quanto maior o contato, mais intensos tendem a ser os sintomas.</p>
<p>Normalmente o paciente com rinite alérgica, só apresenta os sintomas quando entra em contato com o alérgeno. Em geral, eles são proporcionais à quantidade de alérgeno a que foram expostos. Na época do inverno, costumam sofrer mais, pois acabam usando s cobertores e roupas que ficaram guardados por muito tempo e podem estar cheios de ácaros e fungos.</p>
<p>Além disso, esses doentes são mais susceptíveis a resfriados. Na verdade, o resfriado é uma inflamação do nariz, que compromete os mecanismos de proteção nasal, o que facilita a entrada dos alérgenos.</p>
<p><em>Fonte: www.drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/rinite-alergica/</em></p>
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		<title>Artrite Reumatóide</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 01:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ccs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA MAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? Artrite reumatóide (AR) é uma doença crônica de causa desconhecida. A característica principal é a inflamação articular persistente mas há casos em que outros órgãos são comprometidos. Qual é a freqüência: É doença comum e a prevalência pode chegar a 1,5% da população em algumas regiões. É mais freqüente em mulheres e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é?<br />
Artrite reumatóide (AR) é uma doença crônica de causa desconhecida. A característica principal é a inflamação articular persistente mas há casos em que outros órgãos são comprometidos. </p>
<p>Qual é a freqüência:<br />
É doença comum e a prevalência pode chegar a 1,5% da população em algumas regiões. É mais freqüente em mulheres e costuma iniciar-se entre 30 e 50 anos de idade, mas compromete também homens e crianças. Para que se desenvolva a doença são necessárias algumas combinações de defeitos genéticos e a presença de um ou mais estímulos externos, o que faz com que a incidência em familiares de pacientes com Artrite Reumatóide (AR) não seja grande.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6412-artrite4.jpg" alt="" title="6412-artrite4" width="300" height="460" class="alignleft size-full wp-image-1806" />Como se desenvolve?<br />
Existe uma predisposição genética e alguns genes foram identificados. Não se conhece a causa da Artrite Reumatóide (AR) e pensa-se que haja vários estímulos diferentes, quando em contato com indivíduos que têm defeitos de origem genética no sistema imune, desencadeiem resposta inflamatória. A persistência dos estímulos ou a incapacidade do sistema imune em controlar a inflamação levam à cronicidade da doença. A membrana sinovial prolifera e libera enzimas produzidas por células localmente. Tanto a invasão da membrana sinovial como a ação das enzimas provocam destruição das estruturas articulares (cartilagem e ossos vizinhos) e juxta-articulares (tendões e ligamentos). </p>
<p>O que se sente?<br />
A forma mais freqüente de início da doença é artrite simétrica (por exemplo: os dois punhos, os dedos das duas mãos) e aditiva (as primeiras articulações comprometidas permanecem e outras vão se somando). Costuma ser de instalação lenta e pouco agressiva, localizando-se inicialmente nas pequenas articulações das mãos.</p>
<p>Existem formas agudas e rapidamente limitantes. Com menor freqüência, começa em grandes articulações ou de modo assimétrico. Pode permanecer assim ou evoluir para poliartrite simétrica clássica. Todas as articulações periféricas podem ser envolvidas e os danos à coluna cervical podem ser muito graves. Somente em AR muito agressiva haverá artrite nas articulações interfalangianas distais dos dedos e será de instalação tardia. Artrite temporomandibular é comum.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6412-artrite2.jpg" alt="" title="6412-artrite2" width="300" height="300" class="alignright size-full wp-image-1804" />Uma característica da Artrite Reumatóide (AR) é a rigidez matinal. Após uma noite de sono, os pacientes amanhecem com importante dificuldade em movimentar as articulações, a qual permanece por mais de 1 hora. Nos casos mais graves a rigidez matinal alivia somente parcialmente, permanecendo dor e limitação de movimentos permanentemente. Alguns pacientes queixam-se de mal-estar, fadiga e dor muscular que podem acompanhar ou anteceder a artrite. Rigidez matinal e fadiga no final da tarde são usados para avaliar atividade da doença.</p>
<p>As alterações destrutivas articulares são variáveis em um mesmo enfermo e entre a população com Artrite Reumatóide (AR). Há casos bastante benignos e com alterações discretas ou ausentes e outros em que as deformidades instalam-se progressivamente e tornam-se extremamente graves mesmo com tratamento adequado.</p>
<p>Alguns pacientes com Artrite Reumatóide (AR) típica contam que durante meses ou anos tiveram surtos passageiros de artrite em várias ou poucas articulações, antes da doença tornar-se crônica. </p>
<p>O curso clínico mais comum é caracterizado por alívio parcial da atividade inflamatória. Menos vezes, há inatividade por períodos variáveis de meses ou anos. Nos casos mais graves a doença evolue progressivamente levando, com o passar do tempo, a grave incapacidade articular.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6412-artrite3.jpg" alt="" title="6412-artrite3" width="316" height="237" class="alignleft size-full wp-image-1805" />Manifestações clínicas extra-articulares:</p>
<p>Nódulos reumatóides<br />
São nódulos localizados debaixo da pele principalmente em áreas de apoio como cotovelos. Geralmente aparecem em casos mais graves. Raramente ocorrem nos pulmões, coração, olhos ou outros órgãos. (figura ao lado)</p>
<p>Comprometimento ocular<br />
A alteração mais freqüente é a inflamação das glândulas lacrimais (Síndrome de Sjögren). Conseqüentemente, há diminuição da produção de lágrima. Os olhos ficam irritados e com sensação de estarem com areia. Quando não tratados adequadamente, a córnea fica sujeita a erosão e infecção.</p>
<p>Também podem estar inflamadas outras estruturas dos olhos. A mais grave é a esclerite; quando a esclerite é grave, pode ocorrer perfuração do globo ocular.</p>
<p>Manifestações musculares<br />
Raramente ocorre inflamação do músculo. Por outro lado, inflamação articular e desuso são causas obrigatórias de hipotrofia muscular. Medicamentos de uso habitual na Artrite Reumatóide (AR) como corticóides e antimaláricos podem ser causa de fraqueza muscular e, às vezes, é difícil distingüir entre as manifestações da doença e as dos medicamentos. Nesses casos, se o paciente melhora sua força com exercícios, os medicamentos não seriam a causa.</p>
<p>Sistema nervoso<br />
É comum o comprometimento das raízes nervosas periféricas. Quando somente as raízes sensitivas são atingidas o sintoma é formigamento ou queimação, como se o paciente estivesse usando luvas ou botas e o prognóstico é bom, ao contrário dos casos menos freqüentes de neuropatia motora.</p>
<p>Também são comuns as neuropatias por compressão devido à inflamação e proliferação do tecido articular. O sintoma mais comum é formigamento nos dedos polegar, indicador e médio devido à compressão do nervo mediano ao nível do punho. </p>
<p>Afrouxamento ou destruição de ligamentos na coluna cervical permitem deslizamento da 1a vértebra que pode comprimir a medula. As conseqüências são distúrbios sensitivos e motores nos membros superiores e inferiores. Deslocamentos maiores da vértebra podem levar a paralisia e mesmo a parada respiratória e morte.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6412-artrite1.jpg" alt="" title="6412-artrite1" width="320" height="262" class="alignleft size-full wp-image-1803" />Sangue<br />
Anemia leve se relaciona com a atividade da Artrite Reumatóide (AR). Quando a hemoglobina está abaixo de 10g/ml ou hematócrito abaixo de 30 com doença controlada, deve-se procurar perda sangüínea pelo estômago devido ao uso continuado de antiinflamatórios.</p>
<p>A associação de Artrite Reumatóide (AR) com aumento do volume do baço, anemia, queda de glóbulos brancos e outras manifestações da doença chama-se síndrome de Felty.</p>
<p>Vasculite<br />
A manifestação clínica da vasculite depende da intensidade da lesão, localização e tamanho do vaso. Inflamações ao redor das unhas não são raras e têm boa evolução.<br />
Os pacientes com Artrite Reumatóide grave podem apresentar áreas extensas de vasculite cutânea provocando úlceras de difícil controle.</p>
<p><strong>Perguntas que você pode fazer ao seu médico</strong><br />
Esta doença tem cura?<br />
Qual a finalidade do tratamento?<br />
O tratamento é esta receita somente ou devo repetí-la?<br />
Há interferência com outros remédios que estou usando?<br />
Quais os efeitos colaterias? Devo fazer exames de controle?<br />
Existem problemas com obesidade e dieta?<br />
Qual a importância de exercícios e repouso?<br />
Que cuidados devo ter com meus hábitos diários, profissionais e de lazer?</p>
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		<title>Jair Graim</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 16:49:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Medicina do Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[CRM-Pa 4272 Especialidades: Gastroenterologia / Medicina do Trabalho Convênio: UNIMED e particular Rua Oliveira Belo, 330 &#8211; Entre 14 de Março e Generalíssimo. Umarizal - 66050-380 - Belém–PA Telefone: (91) 3241-4869 OBS: Atendimento 3ª e 5ª a partir das 15 horas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CRM-Pa 4272<br />
</strong>Especialidades: Gastroenterologia / Medicina do Trabalho<br />
Convênio: UNIMED e particular<br />
Rua Oliveira Belo, 330 &#8211; Entre 14 de Março e Generalíssimo.<br />
Umarizal - 66050-380 - Belém–PA<br />
Telefone: (91) 3241-4869<br />
OBS: Atendimento 3ª e 5ª a partir das 15 horas.</p>
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		<title>Agenda</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 20:00:38 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[AGENDA]]></category>

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		<description><![CDATA[- II CURSO BÁSICO DE ANTIBIOTICOTERAPIA Até o dia 16 maio, sempre as segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h, no auditório do Hopsital Geral de Belém, haverá palestras do II Curso Básico de Antibioticoterapia, coordenadas pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. O evento é aberto à classe médica. Informações: 3289-8081 - CURSO NACIONAL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- <span style="color: #008080;"><strong> </strong></span><span style="color: #008080;"><strong>II CURSO BÁSICO DE ANTIBIOTICOTERAPIA</strong></span><span style="color: #008080;"><strong> </strong></span><strong> </strong><br />
Até o dia 16 maio, sempre as segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h, no auditório do Hopsital Geral de Belém, haverá palestras do II Curso Básico de Antibioticoterapia, coordenadas pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. O evento é aberto à classe médica. Informações: 3289-8081</p>
<p>- <span style="color: #008080;"><strong>CURSO NACIONAL DE NORMATIZAÇÃO DE ATENDIMENTO AO QUEIMADO</strong></span><br />
Dia 19 de maio, no auditório da UNIMED &#8211; Estação Saúde, a Sociedade  Brasileira de Queimados &#8211; Regional Pará, em parceria com a Federação  Latino-Americana de Queimaduras, realizará o <strong>Curso Nacional de Normatização de Atendimento ao Queimado</strong>. Informações: (48) 3365-1794 ou secretaria@sbqueimaduras.org.br.</p>
<p><span style="color: #008080;">- <strong>ESTOMATOTERAPIA</strong></span><br />
Entre os dias 01 a 04 de agosto de 2012, na Estação das Docas, ocorrerão os seguintes eventos: <strong>IV  Simpósio Brasileiro de Estomatoterapia, II Simpósio Internacional  Norte-Nordeste de Estomatoterapai, IV Encontro Nacional de Pesquisa em  Estomatoterapia e III Jornada Paraense em Estomatoterapia.</strong></p>
<p><span style="color: #008080;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Atividade física versus dor de cabeça</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:38:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA MAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[A lista de benefícios proporcionados pelos exercícios físicos parece não ter fim. Mas, acredite, os especialistas conseguiram descobrir mais um: eles amenizam as crises de dor de cabeça. Não se espante caso um dia saia do consultório médico com a seguinte prescrição para as têmporas doloridas: sue a camisa, de preferência gastando a sola do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lista de benefícios proporcionados pelos exercícios físicos parece não ter fim. Mas, acredite, os especialistas conseguiram descobrir mais um: eles amenizam as crises de dor de cabeça.</p>
<p>Não se espante caso um dia saia do consultório médico com a seguinte prescrição para as têmporas doloridas: sue a camisa, de preferência gastando a sola do tênis ou pedalando. É o que se conclui dos resultados obtidos pelo primeiro estudo epidemiológico sobre dor de cabeça realizado no Brasil. Assinado pelos neurologistas Luiz Paulo de Queiroz, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Mario Peres, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o trabalho ouviu 3 848 pessoas escolhidas aleatoriamente, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 79 anos, em todo o país.</p>
<p>O objetivo foi estimar a prevalência de enxaqueca e cefaleia — nome científico da dor de cabeça comum — entre os brasileiros. Além disso, procurou avaliar a relação entre esses tormentos e hábitos do dia a dia, como a prática regular de exercícios físicos. No final, os dados da pesquisa são um estímulo e tanto para todo mundo levantar da cadeira e se mexer — aliás, não só para quem vive com a sensação de que a testa está prestes a explodir. &#8220;Os sedentários apresentaram 43% mais enxaqueca e 100% mais cefaleia crônica, com crises diárias, do que os indivíduos que se exercitam&#8221;, conta Queiroz. A explicação para esse elo entre menor incidência de dor de cabeça e malhação está nos nossos neurônios. &#8220;Os exercícios aumentam a produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam bem-estar. Eles funcionam como uma morfina natural&#8221;, compara o médico.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6212atividadefisica249x320.jpg" alt="" title="6212atividadefisica249x320" width="249" height="320" class="alignleft size-full wp-image-1684" />O especialista em medicina do esporte Moisés Cohen, também da Unifesp, acrescenta: &#8220;Alguns artigos sugerem que outras substâncias liberadas durante a atividade física, como a epinefrina e os esteroides, podem estar por trás do alívio&#8221;. A melhora na circulação sanguínea, que provoca um aumento da oxigenação cerebral, é mais um fator que colabora para o fim das dores. &#8220;Sem contar a diminuição do estresse&#8221;, complementa a neurologista Norma Fleming, coordenadora responsável pelo Ambulatório de Cefaleia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e presidente da Associação de Dor do mesmo estado.</p>
<p>Como as endorfinas estão diretamente ligadas a uma menor ocorrência de crises, os exercícios mais indicados para o combate da dor de cabeça são aqueles que mais estimulam a liberação dessas substâncias — os aeróbicos, como a caminhada, a natação e a corrida de baixo impacto. &#8220;Os exercícios de fortalecimento muscular também produzem algum efeito, porém em menor grau&#8221;, nota o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.</p>
<p>&#8220;As atividades que envolvem relaxamento, como o alongamento e a ioga, e as lúdicas, como a dança de salão, também podem ajudar a diminuir os sintomas, graças ao bemestar que proporcionam&#8221;, observa o neurologista e especialista em dor Eduardo Barreto, coordenador do Serviço de Neurocirurgia da Rede D’Or, que compreende hospitais e laboratório no Rio de Janeiro. Em relação à frequência, para que a melhora da dor seja flagrante, os especialistas recomendam suar a camisa três vezes por semana, entre 30 e 60 minutos. &#8220;Mas, no meu estudo, até mesmo aqueles que fizeram uma única sessão semanal de exercícios apresentaram uma diminuição nas crises&#8221;, afirma Luiz Paulo de Queiroz.</p>
<p>Além de privilegiar os esportes aeróbicos, a maneira como se pratica a atividade física conta muito. Se for feita de maneira incorreta, o feitiço se volta contra o feiticeiro — em vez de mitigar a dor, a malhação acaba por torná-la mais forte e, pior, pode aumentar o número de episódios de crise. &#8220;Os exercícios muito intensos ou realizados sem o devido aquecimento não são bem-vindos, especialmente para quem vive com dores de cabeça&#8221;, alerta José Kawazoe Lazzoli.</p>
<p>Outra: para que o esporte só produza alívio, é fundamental alimentar-se bem antes e depois dos treinos. Respirar em um ritmo normal ao exercitar o corpo é igualmente recomendação importante. A tendência é prender a respiração quando a gente se esforça em demasia porque a glote, estrutura que se localiza na laringe e que impede a entrada dos alimentos nas vias respiratórias, se fecha. Mas daí a pressão arterial se eleva, o fluxo sanguíneo em direção à cabeça cai e, ui, não demora para aquela sensação ruim pintar na testa e adjacências. Além disso, só saia correndo por aí após se submeter a uma avaliação médica. &#8220;O aval de um especialista, assim como o acompanhamento de um fisioterapeuta ou fisiatra quando o indivíduo tiver problemas posturais, é imprescindível&#8221;, lembra Barreto.</p>
<p>Infelizmente, nem todo mundo encara a atividade física como aliada contra as dores que atormentam a cabeça. &#8220;Existem trabalhos que, ao contrário, afirmam que a enxaqueca, em alguns casos, pode ser desencadeada pelos exercícios&#8221;, conta Moisés Cohen. &#8220;Nos pacientes em que a crise é provocada pelo esporte, o problema ocorre mesmo quando ele é praticado corretamente&#8221;, lamenta Norma Fleming. Ainda bem que casos assim são mais raros. &#8220;Fazer um diário da dor ajuda a identificar se esse é um dos agentes que funcionam como gatilho para o desconforto — ou se é o oposto, quer dizer, uma maneira de alívio&#8221;, dá a dica Barreto. E claro: ninguém deve fazer nenhum tipo de atividade física em plena crise de enxaqueca. &#8220;Nessa situação, sim, os exercícios podem exacerbar o problema&#8221;, alerta Luiz Paulo de Queiroz. Para quem não se encaixa nesse perfil — o que vale para a maioria — , a suadeira pode ser o melhor remédio.</p>
<p>&#8212;<br />
por THAIS SZEGÖ</p>
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		<title>A vacina antidengue</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:24:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ccs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA MAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Um imunizante capaz de proteger contra todos os tipos do vírus está a um passo de virar realidade. Entenda como ele ajudará a apagar a doença que ameaça todo verão brasileiro. A temperatura sobe, as chuvas começam a cair no final das tardes e, aí, soa o alarme: cuidado, lá vem a dengue. A história [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um imunizante capaz de proteger contra todos os tipos do vírus está a um passo de virar realidade. Entenda como ele ajudará a apagar a doença que ameaça todo verão brasileiro.</p>
<p>A temperatura sobe, as chuvas começam a cair no final das tardes e, aí, soa o alarme: cuidado, lá vem a dengue. A história se repete a cada fim e início de ano e, a despeito das medidas sanitárias tomadas pelos governos e pela população, o mosquito Aedis aegypti consegue se reproduzir e ganhar os ares propagando o vírus entre milhares de brasileiros por meio das suas picadas.</p>
<p>&#8220;Hoje há um consenso entre as autoridades de saúde de que é impossível eliminar de uma vez por todas o inseto que transmite a doença&#8221;, afirma o infectologista Stefan Cunha Ujvari, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, um estudioso da evolução das epidemias. Ninguém nega que as campanhas de conscientização e combate ao vetor do bicho se refletem em uma queda no número de vítimas, mas também é fato que, sozinhas, elas não são capazes de purgar a doença — e essa invencibilidade, aliás, nos remete ao crescimento desordenado de algumas cidades, que continua fomentando a aparição e a permanência dos criadouros do mosquito.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6212vacinadengue230x270.jpg" alt="" title="6212vacinadengue230x270" width="230" height="270" class="alignleft size-full wp-image-1679" />Daqui a poucos anos, porém, esse panorama negro tem tudo para mudar. Se não dá para exterminar o inseto, por que não ensinar o sistema imune humano a se defender do vírus? Esse é o objetivo de uma vacina contra os quatro tipos do microorganismo, que já está na etapa final de testes. O produto, do laboratório francês Sanofi-Pasteur, é o candidato mais avançado entre os imunizantes do gênero e passa por estudos de eficácia, cujos primeiros resultados sairão no próximo ano. &#8220;A vacina foi aplicada em mais de 15 mil pessoas ao redor do mundo e, ao final do programa, teremos 45 mil&#8221;, informa Pedro Garbes, diretor regional de pesquisa e desenvolvimento para a América Latina da farmacêutica.</p>
<p>Os testes também já começaram no Brasil e abrangem 4 mil voluntários. Dois trabalhos seguem em curso para analisar a segurança e a eficiência da fórmula francesa. &#8220;Imunizamos jovens de 9 a 16 anos, justamente a faixa etária com perfil de maior gravidade para a dengue&#8221;, conta o infectologista Reynaldo Dietze, que comanda os estudos na Universidade Federal do Espírito Santo, uma das participantes. &#8220;A vacina tem se mostrado bastante segura e com poucos efeitos colaterais&#8221;, adianta.</p>
<p>A nova leva de investigações, conduzidas em 15 países, incluindo o nosso — também estão presentes Austrália, Estados Unidos e nações do sudeste asiático e da América Latina —, quer saber agora até que ponto o imunizante protege. &#8220;Por ora, os dados sugerem que ele funciona, mas só estudos desenhados especialmente para isso irão determinar e mensurar sua eficácia&#8221;, pondera Garbes.</p>
<p>Quem vê essa promessa de fora talvez não imagine as dificuldades que envolvem a criação da vacina. &#8220;Ela é fruto de mais de meio século de trabalho&#8221;, diz Garbes — virando a página, você entende, em um infográfico, como é produzida para debelar a dengue.</p>
<p>Obter uma vacina antidengue é uma tarefa tão hercúlea por causa de alguns obstáculos impostos pela natureza. Para começo de conversa, não há modelos animais 100% convincentes para avaliar a fórmula. &#8220;Isso porque mesmo macacos não desenvolvem o quadro mais grave da infecção&#8221;, diz Pedro Garbes. Além disso, de nada adianta aprontar um imunizante que bloqueie apenas uma das espécies, por assim dizer, do vírus. Se a gente pega dengue 1, por exemplo, só cria anticorpos contra esse vírus e eles não funcionam para barrar os outros tipos.</p>
<p>&#8220;O problema é que, ao sofrer uma segunda infecção, por outro vírus, o sistema imune pode potencializar a agressão, favorecendo a forma hemorrágica&#8221;, avisa Stefan Ujvari. &#8220;Desse modo, um imunizante que combatesse somente os tipos 1 e 2 ameaçaria ainda mais quem pegasse os tipos 3 e 4&#8243;, argumenta o infectologista pediátrico Luis Carlos Rey, pesquisador da Universidade Federal do Ceará. Esse raciocínio nos ajuda a compreender também por que, a cada verão, costuma mudar o inimigo que assusta determinada região — afinal, no ano anterior, as pessoas picadas pelo mosquito criaram imunidade contra o vírus daquela estação.</p>
<p>O perigo sumiria do mapa diante da proposta do modelo de vacina tetravalente, visto que o organismo seria estimulado a bolar uma defesa completa. Mas, como já dissemos, o imunizante, que requer três doses com intervalos de seis meses, ainda passará por provas e terá que responder a uma série de perguntas. &#8220;Uma das dificuldades é que a vacina precisa de cerca de um ano e meio para conferir uma proteção satisfatória contra os quatro sorotipos. Isso pode ser um problema quando lidamos com regiões endêmicas&#8221;, avalia a bióloga Ada Maria Alves, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.</p>
<p>Aliás, o produto da Sanofi-Pasteur, embora seja o mais próximo de ser aprovado para uso, não é o único que pretende acabar com a dengue. Há outras versões, semelhantes ou diferentes, estudadas mundo afora. Na Fiocruz, por exemplo, já se investiga uma estratégia que une uma fórmula parecida com a do laboratório francês a uma vacina à base de DNA. &#8220;Nos testes com camundongos, a combinação demonstrou que funciona melhor que os modelos isolados&#8221;, conta Ada Maria. A questão é que levará um bom tempo até ela começar a labutar no corpo humano.</p>
<p>A perspectiva de um imunizante contra esse mal tão íntimo do brasileiro também não significa que, quando ele chegar aos hospitais, todos poderão deixar o mosquito de lado. &#8220;Os cuidados com o vetor continuam, sobretudo no início do esquema vacinal&#8221;, analisa Rey. E, claro, enquanto não dispomos desse recurso, convém eliminar os criadouros do inseto — aqueles locais e utensílios que podem abrigar água parada — e correr para o pronto-socorro diante da suspeita da doença. &#8220;Buscamos capacitar mais profissionais de saúde e usar inclusive as redes sociais para ampliar a vigilância&#8221;, diz Giovanini Coelho, coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde. Os inseticidas e larvicidas empregados pelos serviços municipais ajudam, mas precisam ser utilizados com inteligência, uma vez que oferecem riscos à população. E, além de cada um cumprir o seu dever, vale torcer pelo sucesso da vacina. Quando ela chegar, o verão será, sem dúvida, bem mais tranquilo.</p>
<p>Da transmissão ao ataque Há quatro tipos do vírus da dengue e eles são transmitidos para o ser humano na picada da fêmea do mosquito Aedis aegypti, que bota seus ovos em recintos com água limpa e parada. Uma vez dentro do corpo, o micro-organismo se reproduz na medula óssea, no fígado, no intestino e nos gânglios. Quando uma grande carga viral é despejada na circulação, há febre e dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, nas juntas ou pelo corpo, diarreia ou náuseas e vômito. Embora haja casos que até passem batidos, a dengue pode evoluir para a forma hemorrágica, quando a resposta desencadeada pelo vírus no corpo causa lesões nos vasos, e a água do sangue transborda para fora deles, provocando complicações. A chave para escapar delas é o atendimento médico rápido.</p>
<p><strong>O mapa-múndi da epidemia</strong><br />
A dengue afeta 220 milhões de pessoas no globo anualmente. Abaixo, em azul, as regiões endêmicas do problema</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6212mapadengue460x224.jpg" alt="" title="6212mapadengue460x224" width="460" height="224" class="aligncenter size-full wp-image-1676" /></p>
<p><strong>Foco no mosquito</strong><br />
Há cientistas atuando em outra frente de batalha: eles querem a extinção do Aedis aegypti. Em um experimento nas Ilhas Cayman, no Caribe, foram soltos insetos geneticamente modificados em laboratório que, ao cruzarem com os originais, já reduziram em 80% sua população. A vantagem é que esses novos bichos não chegam à idade adulta. Já na Austrália, foram injetadas bactérias no mosquito que anulam a proliferação do vírus.</p>
<p><strong>Em busca da fórmula ideal</strong><br />
Esta linha do tempo resume a procura histórica pela vacina da dengue</p>
<p><strong>1944-1945</strong><br />
O cientista russo-americano Albert Sabin (1906-1993) identifica os tipos 1 e 2 do vírus e lidera a primeira tentativa de vacina, que barraria apenas o dengue 1.</p>
<p><strong>1956</strong><br />
Rastreados e identificados os sorotipos 3 e 4 — este último, diga-se, só começou a circular pelo território brasileiro recentemente.</p>
<p><strong>1970-1980</strong><br />
É criado na Tailândia o primeiro modelo de vacina para frear de uma só vez os quatro vírus. Ela abre o caminho para as versões tetravalentes avaliadas hoje.<br />
<strong><br />
1994-2011</strong><br />
Por meio de parceria com centros de pesquisa, a Sanofi-Pasteur desenvolve e testa seu imunizante tetravalente. Hoje ele se encontra na última fase de estudos.</p>
<p><strong>Por dentro da nova vacina</strong><br />
Saiba como é feito o imunizante e de que forma ele cria uma barreira contra a dengue</p>
<p>1. Os cientistas enxertam no vírus atenuado da febre amarela, que é muito estável e incapaz de provocar doença, um pedaço do genoma do causador da dengue. Essa operação é realizada para cada um dos quatro tipos de dengue. Assim, há quatro unidades diferentes com carapaças de dengue, mas com o maquinário interno de febre amarela.</p>
<p>2. A vacina, dotada desses quatro vírus falsos de dengue, é aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre cada uma. Ela instiga o sistema imune a desenvolver anticorpos para os tipos 1, 2, 3 e 4 do vilão. Isso impede que os vírus de verdade, ao penetrar no organismo, se apoderem das células e detonem complicações.</p>
<p>&#8212;<br />
por Diogo Sponchiato</p>
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		<title>12 alimentos que você deve comer em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ccs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA MAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[É tradição de algumas grandes marcas lançar, a cada novo ano, um calendário com paisagens paradisíacas ou cobiçadas top models. Inspirados nessa mania, mas moldando-a aos padrões de SAÚDE, decidimos buscar 12 alimentos que ganharam recentemente os louros da ciência para estampar uma reportagem com o que merece ser convidado à mesa em 2012. Eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É tradição de algumas grandes marcas lançar, a cada novo ano, um calendário com paisagens paradisíacas ou cobiçadas top models. Inspirados nessa mania, mas moldando-a aos padrões de SAÚDE, decidimos buscar 12 alimentos que ganharam recentemente os louros da ciência para estampar uma reportagem com o que merece ser convidado à mesa em 2012. Eles não foram alinhados com meses específicos para não passar a ideia equivocada de que seu consumo precisa ficar restrito àquele período. Esses 12 itens, que englobam desde frutas até carnes, podem integrar o cardápio ao longo de todo o ano. Então, está na hora de apreciar as curvas do pêssego, que esbanja vitaminas, o bronzeado do feijão, uma belezura em fibras, os cortes suínos mais esbeltos — quanta proteína! — e até a polpa volumosa da melancia, que vai fazer seu coração bater mais forte. Bom apetite e um saudável 2012!</p>
<p><strong>1. Kiwi: O domador da pressão</strong></p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/61212alimentos230x270.jpg" alt="" title="61212alimentos230x270" width="230" height="270" class="alignleft size-full wp-image-1672" />De origem chinesa, o kiwi cruzou terras e mares até ser colocado à prova em um comparativo feito com a população escandinava. Pesquisadores do Hospital Universitário de oslo, na noruega, recrutaram 118 pessoas na faixa dos 55 anos com a pressão arterial levemente alterada e as dividiram em dois grupos: o primeiro comia uma maçã por dia — seguindo aquela velha máxima de que uma unidade diária da fruta é suficiente para manter distância do médico — e o segundo ingeria três kiwis. dois meses depois, avaliaram os voluntários e descobriram que a turma do chinês verdinho exibia uma pressão mais próxima do ideal. essa vantagem parece estar nos seus altos níveis de luteína, uma substância antioxidante que, além de proteger os olhos, reduziria a inflamação nos vasos sanguíneos. &#8220;o consumo de kiwi sozinho não vai controlar a hipertensão, mas ele pode ser incluído na dieta como um lanche ou sobremesa&#8221;, diz a nutricionista Camila Gracia, do Hospital do Coração, em São Paulo.</p>
<p><strong>2. Carne de porco: Mais magra e saudável</strong></p>
<p>Nas últimas décadas, os porcos passaram por uma espécie de dieta e seu teor de gordura caiu. os cuidados com a criação se aperfeiçoaram e hoje é difícil comprar um corte no supermercado correndo o risco de pegar um parasita. nessa onda contra o preconceito, a carne suína mostra que às vezes é uma melhor opção para quem quer manter o peso ou as taxas de colesterol adequadas. Basta lembrar que o lombo, por exemplo, carrega menos gordura que uma picanha bovina. &#8220;Cortes suínos magros são ricos em proteína e em vitaminas do complexo B, que zelam pela pele, fígado e sistema nervoso&#8221;, conta a nutricionista Mirella Pasqualin, da rG nutri, em São Paulo.<br />
<strong>Dicas de consumo</strong><br />
Há cortes suínos magros e outros bem gordos. Se deseja manter a linha, prefira a bisteca e o lombo ao pernil e à costela. Assim você leva menos calorias e gordura saturada, aquela que faz mal ao coração, para o prato. E, em vez da fritura, opte pelo preparo no forno.<br />
<strong><br />
3. Rúcula: Folha antigastrite</strong></p>
<p>A rúcula é cultuada há séculos pelos povos do mediterrâneo por seus poderes digestivos e até afrodisíacos. Pois em matéria de estômago a hortaliça merece mesmo o crédito. Cientistas da Universidade King Saud, na Arábia Saudita, testaram o extrato do vegetal em ratos e notaram que ele tem um potente efeito contra gastrites e úlceras. Isso sugere, especialmente a quem sofre daquela queimação, que a rúcula ajuda a apagar o problema. Segundo os árabes, a folha trabalha modulando a inflamação no estômago. &#8220;Além de vitaminas e minerais, ela tem ômega-3, gordura de atividade anti-inflamatória&#8221;, diz a nutricionista Mariana Excel, do Hospital Samaritano de São Paulo. Aproveite a rúcula em saladas de uma a duas vezes ao dia. &#8220;Só evite picá-la, porque assim ela perde mais rápido suas propriedades&#8221;, orienta Mariana. A quem bate o pé para o seu gosto forte, que tal degustá-la sobre uma pizza?</p>
<p><strong>4. Acerola: Pequena guardiã de genoma</strong></p>
<p>A acerola é famosa por ser um reduto de vitamina C e outros compostos que fazem a segurança das nossas células. Em laboratório, uma equipe da Universidade Luterana do Brasil, em Canoas, no rio Grande do Sul, decidiu mensurar seus componentes e seu efeito sobre o nosso dna comparando as frutas verde e madura. &#8220;Embora a verde tenha mais vitamina C, encontramos mais flavonoides, que também são antioxidantes, na madura&#8221;, conta a bióloga juliana da Silva. &#8220;Essas substâncias protegem o genoma de alterações causadas pelos radicais livres&#8221;, diz. Isso se traduz, em tese, em menor risco de uma série de doenças ligadas ao envelhecimento. Como ninguém come acerola verde, aposte na vermelha especialmente nos sucos — uma forma de driblar a acidez. Também dá para lançar mão da polpa congelada, já que as doses de vitamina C não caem muito.</p>
<p><strong>5. Aveia: Ceral multiprevenção</strong></p>
<p>A aveia foi catalogada como um dos primeiros alimentos funcionais da história, porque, além de dar energia ao organismo, fornece substâncias capazes de evitar doenças. o grande diferencial desse grão é ser carregado de uma fibra solúvel, a betaglucana, que reduz o colesterol ruim, auxilia a controlar a carga de açúcar no sangue e até diminuiria o risco de alguns tumores. Com o objetivo de maximizar esse poder preventivo, estudiosos da Universidade Federal do rio Grande do Sul estão modificando o alimento para elevar a quantidade desse nutriente. &#8220;Queremos ampliar o teor de betaglucana de 4,5 para 8%, sem afetar os demais componentes nem alterar seu sabor&#8221;, esclarece o agrônomo luiz Carlos Federizzi, responsável pelo projeto. assim, será possível comer menos aveia no dia a dia para conquistar seus múltiplos benefícios.<br />
<strong>Dicas de consumo</strong><br />
Esse cereal é extremamente versátil. Pode ser misturado a frutas, iogurtes e vitaminas, assim como incorporado a receitas de pães, tortas e bolos. Dá para salpicá-lo não apenas sobre doces mas também em saladas e pratos salgados. Está disponível nas formas de farinha, farelo e flocos.</p>
<p><strong>6. Romã: Sorte para os vasos</strong></p>
<p>Algumas famílias cultivam o hábito de saborear sementes de romã na virada do ano para serem abençoadas com sorte e fortuna na nova temporada. essa superstição pode ser levada a sério e adotada ao longo do ano se você quiser dar uma força ao controle da pressão e dos níveis de gordura no sangue. em um estudo israelense com pessoas em tratamento de insuficiência renal, o suco da fruta ajudou a relaxar os vasos e livrá-los de lesões. ao que tudo indica, a romã in natura apresentaria efeito parecido graças a seus antioxidantes. &#8220;notamos que ela diminui os triglicérides e aumenta o colesterol bom&#8221;, conta Shema lilach, pesquisadora do Western Galilee Hospital, em israel.<br />
<strong><br />
7. Melância: Vai uma fatia para o coração?</strong></p>
<p>Um trabalho da Universidade de Kentucky, nos estados Unidos, revela que a melancia presta um belo serviço à circulação sanguínea. em um experimento com o seu suco administrado a cobaias, os especialistas perceberam que o preparo fez diminuir a massa gorda e a formação de placas nos vasos. &#8220;a própria fruta também deve exercer esse desempenho&#8221;, diz o líder do estudo, Sibu Saha. ora, a melancia é rica em citrulina, substância que, dentro do corpo, aciona um mecanismo de relaxamento das artérias. de acordo com a nutricionista regina Pereira, da Sociedade de Cardiologia do estado de São Paulo, ela se encontra tanto na parte vermelha quanto na branca. &#8220;Como a fruta tem bastante açúcar, é melhor consumir entre as refeições para evitar picos glicêmicos&#8221;, recomenda.</p>
<p><strong>8. Feijão: Grão de fibra</strong></p>
<p>O último vigitel — enquete telefônica realizada em todo o país pelo Ministério da Saúde — constatou que o brasileiro está comendo cada vez menos feijão. Se você é integrante desse movimento, trate de reconvid-lo à rotina. o grão — e isso vale para todas as variedades — guarda proteína, fibras e minerais como o ferro, que afasta a anemia. &#8220;Mesmo quem está de regime pode consumilo, uma vez que ele contribui para a saciedade e ajuda a preservar a massa magra&#8221;, aconselha a nutricionista Carolina duarte, da clínica nutrício, em Belo Horizonte.<br />
<strong>Dica de consumo</strong><br />
Para aproveitar melhor o feijão, deixe-o de molho por 12 horas, jogue a água fora, lave mais uma vez os grãos e cozinhe-os com água nova. &#8220;Isso elimina substâncias que atrapalham a absorção dos nutrientes e ainda ajuda, mais tarde, a reduzir os gases&#8221;, diz Carolina. Há indícios de que botar folhas de louro na hora do cozimento também minimizaria flatulências.</p>
<p><strong>9. Café: Goles que espantam o câncer</strong></p>
<p>O cafezinho não afugenta só aquela preguiça. Bastante investigado nos últimos anos, ele vem demonstrando que defende o coração, afasta a depressão e, agora sim, lá vem notícia: até ajuda a impedir o surgimento de certos tumores. a chancela vem de um estudo da respeitada Universidade Harvard, que averiguou dados de cerca de 67 mil americanas. entre aquelas que bebiam mais de quatro xícaras por dia, observou-se um risco 25% menor de ter um câncer no endométrio, tecido que reveste o útero. Muito café? Pois saiba que as mulheres que tomaram duas xícaras tiveram um risco 7% menor. &#8220;a bebida tem um alto poder antioxidante e anti-inflamatório, o que justificaria sua proteção contra alguns tipos de câncer&#8221;, afirma a nutricionista Youjin je, uma das autoras do trabalho, que não levou em conta o tipo de café nem o preparo.<br />
<strong>Dica de consumo</strong><br />
Procure sempre tomar o café logo depois de pronto — e isso vale tanto para a bebida coada quanto para o expresso. Evite deixá-lo em garrafas térmicas, principalmente se estiver adoçado. Aliás, para tirar proveito dos seus compostos protetores, maneire no açúcar ou adoçante e nunca coloque cremes ou chantilly.</p>
<p><strong>10. Pêssego: Bonito, não só na aparência</strong></p>
<p>Quando a gente pensa em pêssego, vem à cabeça uma fruta linda e suculenta. Só que a realidade nem sempre é a mesma: por vezes deparamos com exemplares mirrados, sem cor, ácidos e que ainda estragam em pouco tempo. a empresa Brasileira de Pesquisa agropecuária desenvolveu novos cultivares com pêssegos mais vistosos, carnudos e doces, algo que ajuda a driblar de vez as resistências ao alimento. &#8220;essas mudanças são ótimas porque estimulam o consumo de uma fruta pouco calórica e repleta de antioxidantes e fibras&#8221;, opina a nutricionista Carolina duarte.</p>
<p><strong>11. Ovo: Da galinha para cuca</strong></p>
<p>Os ovos já foram resgatados do ostracismo na culinária saudável, mas ganham ainda mais reconhecimento com uma descoberta da professora de neurologia Rhoda Au e colegas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos. Eles decifraram um elo entre a ingestão de colina, substância encontrada sobretudo na gema, e uma maior proteção do cérebro contra o avançar da idade. &#8220;Ela é precursora da acetilcolina, essencial à transmissão dos impulsos nervosos&#8221;, explica Rhoda. Sabe-se que portadores de Alzheimer possuem uma menor concentração desse mensageiro químico.<br />
<strong>Dica de consumo</strong><br />
Pessoas com diabete ou alto risco cardíaco devem se limitar a três unidades de ovo por semana. Mas mesmo livre de problemas vale evitar o abuso no dia a dia, por causa do colesterol e da gordura. Em vez de fritar, dê preferência ao ovo cozido ou pochê, feito com água. No preparo de ovos mexidos e omeletes, use pouquíssimo óleo.</p>
<p><strong>12. Iogurte: Hóspedes especiais</strong></p>
<p>Não param de sair pesquisas esmiuçando a importância dos probióticos, bactérias benignas presentes em iogurtes e leites fermentados, na prevenção e no controle de males que vão de constipação a obesidade. Nessa linha, cientistas da Universidade de Washington, em solo americano, flagraram em ratos que o consumo de probióticos interfere no aproveitamento de nutrientes no intestino, o que pode ajudar a entender o impacto desses micro-organismos na regulação do corpo e na manutenção do peso. &#8220;Isso precisa ser avaliado em seres humanos, mas já sabemos que os probióticos melhoram a nossa flora e a imunidade&#8221;, diz o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista.<br />
<strong>Dica de consumo</strong><br />
Nem todo iogurte tem bactérias probióticas. Por isso, trate de verificar o rótulo dos produtos, que informa se eles pertencem ou não a essa categoria. Para obter seus benefícios, eles devem ser consumidos diariamente.</p>
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		<title>Odonto em hospitais deverá unir equipes de médico e CD até 2014</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ccs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA MAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Oito hospitais da rede estadual passarão a fazer atendimento com cirurgiões-dentistas já neste ano. Serviço faz parte do Programa Sorria Mais São Paulo, antecipado na abertura do Ciosp dia 27 de janeiro e anunciado oficialmente ontem (1/2) pelo governador Geraldo Alckmin. A iniciativa beneficia diretamente o mercado profissional de cirurgiões-dentistas e dá melhor condição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oito hospitais da rede estadual passarão a fazer atendimento com cirurgiões-dentistas já neste ano. Serviço faz parte do Programa Sorria Mais São Paulo, antecipado na abertura do Ciosp dia 27 de janeiro e anunciado oficialmente ontem (1/2) pelo governador Geraldo Alckmin. A iniciativa beneficia diretamente o mercado profissional de cirurgiões-dentistas e dá melhor condição de saúde bucal a pacientes hospitalizados.</p>
<p><img src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/6212odonto276x183.jpg" alt="" title="6212odonto276x183" width="276" height="183" class="alignleft size-full wp-image-1666" />A previsão é que em dois anos as equipes médicas contem com cirurgiões–dentistas em todos os hospitais estaduais de São Paulo. O projeto-piloto foi implantado em agosto de 2011 no Hospital Estadual Mario Covas, em Santo André, no ABC.</p>
<p>Pioneiro no País, o projeto visa integrar o trabalho realizado por cirurgiões-dentistas ao das equipes multidisciplinares, formadas por médicos, profissionais de enfermagem, nutrição e assistência social, entre outros.</p>
<p>Estes são os hospitais que contarão com o serviço: Hospital Geral do Grajaú, na capital paulista; Hospital Geral de Carapicuíba, na Grande São Paulo; e, no interior, os hospitais estaduais do Vale do Paraíba, em Taubaté, Bauru, Américo Brasiliense e Sumaré, além do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.</p>
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		<title>Pressão arterial deve ser medida nos dois braços do paciente</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 23:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ccs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA MAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma revisão de 28 estudos publicada nesta segunda-feira (30) na versão online da revista The Lancet aponta que os médicos deveriam medir a pressão arterial nos dois braços do paciente &#8211; e não apenas em um, como ocorre na maioria dos consultórios. Isso porque medidas diferentes de pressão nos braços podem indicar risco aumentado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma revisão de 28 estudos publicada nesta segunda-feira (30) na versão online da revista The Lancet aponta que os médicos deveriam medir a pressão arterial nos dois braços do paciente &#8211; e não apenas em um, como ocorre na maioria dos consultórios.</p>
<p>Isso porque medidas diferentes de pressão nos braços podem indicar risco aumentado de doença vascular periférica.</p>
<p>Medir a pressão nos dois braços já é recomendado nas diretrizes de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia &#8211; a última atualização foi publicada em 2010.</p>
<p>A norma orienta que na primeira consulta os médicos meçam a pressão nos quatro membros do paciente: nos dois braços e nas duas pernas &#8211; o que nem sempre acontece.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1603" style="margin-right: 4px;" title="3112pressao300x283" src="http://www.saudepara.com.br/site/wp-content/uploads/3112pressao300x283.jpg" alt="" width="188" height="177" />A revisão foi conduzida pelo médico Christopher Clark, da Universidade Exeter (Grã-Bretanha), e demonstrou que uma diferença de pressão sistólica acima de 15 milímetros de mercúrio (mm Hg) entre os dois braços está associada ao maior risco de ter uma das artérias parcialmente obstruída.</p>
<p>Seria o caso, por exemplo, de um paciente ter a pressão arterial de 120 mm Hg por 80 mm Hg ( 12 por 8 ) em um dos braços e de 140 mm Hg por 80 mm Hg (14 por 8 ) no outro.</p>
<p>A diferença de 140 para 120 é 20. Segundo o estudo, o paciente deveria ser encaminhado para exames mais específicos.</p>
<p>No Brasil, as diretrizes recomendam uma investigação mais aprofundada apenas nos casos em que a medição da pressão apresentar uma diferença superior a 20 mm Hg entre os dois braços.</p>
<p>Para o cardiologista Luiz Aparecido Bortolotto, diretor da Unidade Clínica de Hipertensão do InCor, esse é um ponto que poderá ser reavaliado no país.</p>
<p>- Uma das coisas mais importantes desse estudo é que a diferença de pressão entre os dois braços a ser considerada perigosa é de 15, enquanto aqui no Brasil o valor é 20. Talvez a gente tenha de rever as diretrizes e também baixar esse número.</p>
<p>&#8212;<br />
Fonte: R7</p>
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		<title>Marcos Motoki</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 00:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ccs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Massoterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialidade(s): Massoterapeuta Endereço: Á domicilio, empresas e eventos Telefone: (91) 8049-6216 OBS: Formado na EOMA, Escola Oriental de Massagem e Acupuntura/ SP. Trabalhou em várias clinicas e empresas em São Paulo, no periodo de 5 anos, tais como: Google; Hospital Albert Einstein; Editora Abril e outros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especialidade(s): Massoterapeuta<br />
Endereço: Á domicilio, empresas e eventos<br />
Telefone: (91) 8049-6216<br />
OBS: Formado na EOMA, Escola Oriental de Massagem e Acupuntura/ SP.<br />
Trabalhou em várias clinicas e empresas em São Paulo, no periodo de 5 anos, tais como: Google; Hospital Albert Einstein; Editora Abril e outros.</p>
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